Friday, January 01, 2010

Qual o limite, a fronteira, entre a tolerância e a subserviência?

01 dia do ano (2010) e, após um acúmulo de pequenos conflitos mal resolvidos, fogo no paviu, gota d'água e explode uma bomba, verdadeira hecatombe nuclear wm ceros relacionamentos?

Falta de percepção para perceber que a bricadeira, no fundo, ofendia? Mas por que as pessoas não falam logo que não gostam da brincadeira, por que dramtizam, por que a falta de racionalidade no momento em que algo nos toca o ego??

POr que reagimos às vezes com tamanha animalidade ao ponto de , segundos após nos surpreendermos estupefatos ... poderia agir de forma mais inteligente?

Mas esse agir inteligente simplesmente não recalca, não joga pro fundo do tapete questões mal resolvidas, em outras palavras, na falta da via diplomática efetiva para os dois lados, a guerra é um mal necessário, na falta de coragem para se dizer, normalmente, o que REALMENTE se pensa, faz-se necessário um grande conflito para se ter tal coragem de se repensar toda uma vida - sentimental, profissional, etc, quando se cai a ficha de que somos espíritos eternos, e não meros autômatos, guiados por convenções externas, por ridículos e mesquinhos interesses de ordem (quase sempre material) logo animal, ou mesmo, boçal?

Qual o sentido da vida, da humanidade, se não chegamos a um momento em que dizemos basta, nos repensamos e decidimos agir por nós próprios, auto conscientes, cada vez mais livres para decidir a todos os segundos dessa fugaz passagem nesse planeta de tormentos??

É o que estou fazendo agora, repensando e meditando sobre esses e outros pontos, tão transcendentes e metafísicos quão inexprimíveis nesse nosso arremedo de linguagem racional.

Monday, June 01, 2009




Luciano Corsi


The Cuban Political and Economical “reform”, a huge challenge.


2009 celebrates what is in my opinion one of the most important political facts of the twentieth century, the Cuban Revolution. Apart from all rhetoric from superficial visions on both capitalist and socialist / communist parts, for me such a revolution represents a great proof of human and political resistance against the mighty power of both military and economical potency United States of America.

One may correctly say Cuba lacks most of the technological revolution benefits the world has produced along those fifty years, as well as individual and political rights as electing the president and their representatives in the Congress. Nevertheless, Cuba, with all economic restrictions caused the Helms Burton Law Embargo set by the United States in 1962, which punishes all countries that trade with the Island, has managed to develop an educational and health systems, as well as a pharmaceutical industry that leads vaccines production worldwide. Not even the fall of the Soviet Union, that made it face up to its greatest economical crises, defeated the Cuban self-determination to maintain its social achievements.

In the last three years the world’s seen Cuban main leader Fidel Castro’s health problems increasing as well as his attitude to delegate most of the government to his brother Raul, who is implementing some concrete steps towards the reform of the island’s economical (more evident) and political systems, although one can’t still foresee elections or real freedom of expression.

Therefore, the essence of Latin American and Caribbean leaders meeting, in which Barack Obama participated, was the urge and importance of lifting such economical embargo.

On one side, most of the Latin America leaders pressured Obama to take a look on how anachronistic it was to go through with such an embargo by coming up with comparisons such as “Cold War is over”, communism is no longer a threat, etc, trying to coax Obama into lifting the whole economical embargo.

On the other side Raul Castro sustains Cuba is ready to discuss everything with Washington, as soon as the mentioned social achievements and the island’s self-determination are not at risk, Obama’s is suffering huge pressure from the most conservative members of both Republican and Democrats parties. The great challenge seems to be that what is called by Raul self determination and social achievements represents communism for such conservative sectors.

Another matter is that the decaying empire has never really wanted to see real human development southwards and has always strived to produce poverty as a dominating weapon, with its rhetoric speech of calling all progressive programs in Latin America as communism, even the capital intense industries in Brazil.

Unfortunately, the United States has created and sponsored dozens of very cruel dictatorships in South America that would make Cuba look as paradise, and such country rarely hesitated in killing progressive leaders that had the courage of questioning such imperialism which unique goal was to keep poverty to exploit. Of course the artificial and bought leaders placed by force had become, very suddenly, and as curiously, millionaires!

Once we see Cuba ready for dialogue, although reluctant to implement real political reforms, one can see an almost bankrupt ex empire trying to hold on to its ex economic colonies and with immense difficulty to wake up to a new multi polar economic and political globalized scenario, still trying to take advantage on its remaining military supremacy to keep on exploiting poverty, the main source of its power along History.


Source: The independent

Article:
1. Cuba ready to put 'everything' on table in US talks Barack Obama was urged to end the 47-year-old American embargo of Cuba by a phalanx of Latin American and Caribbean leaders at a summit in Trinidad last night.- 18/04/2009, Americas

GM Estatal!



Nesses tempos de Neoliberalismo e seu receituário de capitalismo Selvagem, eis que me deparo com uma capa de jornal (O Estado de São Paulo, baluarte da direita tupiniquim), no mínimo Histórica, para meu regozijo:

"GM pede concordata hoje e se submete ao controle estatal"

Além de inúmeros questionamentos que tal manchete incita, cabe aqui o talvez mais estrutural:
No país berço do Neoliberalismo, regime de ultra direita que apregoa o estado Mínimo, a não intervenção estatal na economia, e até mesmo corte em gastos sociais estratégicos - educação, cultura e saúde - qual o tamanho da contradição no fato de o tão amaldiçoado Estado salvar um gigante outrora todo poderoso e dele se tornar acionista majoritário?

Seria o Deus mercado pedindo "arrego" ao amaldiçoado Estado?

Salvar bancos com a disculpa de salvar os correntistas ainda pode ser aceitável, mas uma indústria?

Quanto milhares de empregos o Neoliberalismo destruiu? e agora argumentação de se salvar empregos?

Entre outras coisas esse Fato demonstra o quão atual é o pensamento de KARL MARX, que previu que contradições - ou defecações - inerentes ao capitalismo e a evolução do Ser humano de macaco a espírito levaria a derrocada do capitalismo.

Esse Sistema grotesco já começou a cair, mas o socialismo real ainda demanda a segunda parte, a evolução do ser humano.

Friday, September 05, 2008

Amizade



A foto acima me inspirou a voltar a escrevinhar algumas palavras.

Nos meus 31 anos, poucas, ou nenhuma pessoa (execessão feita a algumas crianças formidáveis) realmente vi que demostrasse tão fiel, digna, amorosa e desinteressada amizade como os nossos maravilhosos cães.

Realmente toda a humanidade tem muitíssimo a aprender com essas criaturas estupendas!

Recuso-me a escrever mais, a imagem diz tudo!

Partisan

Tuesday, February 05, 2008

Recursos existem, tanto que são jogados fora, ou quase...



Recursos existem, tanto que são jogados fora, ou quase...

O comércio internacional representa o fluxo físico de bens e serviços em nível global, analogamente ao sistema circulatório do corpo humano.

Contudo, diferentemente do equilíbrio e harmonia reinantes no corpo humano, desenvolve-se o comércio internacional sob os imperativos totais dos economicamente mais fortes, sob as bases impostas pelas nações ricas às nações subdesenvolvidas ou às denominadas em vias de desenvolvimento.

O que mais chama a atenção, nesse aspecto, são os imensos paradoxos do discurso liberalizador dos países ricos.

Ideólogos ou baluartes do desenvolvimento através do mercado, tão cada vez mais livre quão (deliberadamente) injusto, não se acanham em praticar as mais arcaicas e predatórias formas de protecionismo ou incentivos às suas exportações, seja de bens, serviços, investimentos e capitais sob diversas modalidades.

Desnecessário faz-se o detalhar de como emergiram tais nações como as atuais potências, mas não podemos deixar de mencionar que um dos seus motores foi inegavelmente um mercantilismo caracterizado por intenso, imenso e virulento protecionismo (principalmente após o colonialismo formal), além de tráfego – legitimado pelo poder militar – de matérias primas para entorpecentes, leia-se papoula / ópio, como a Inglaterra na China e a França na Indochina. Nesse ponto é interessante ressaltar que, na Inglaterra da revolução industrial exportar matéria prima – algodão, sobretudo – sem antes se lhe agregar o devido valor industrial era crime não só inafiançável como punido com a pena capital; Algo totalmente destoante das nossas recém privatizadas, para não se dizer doadas, estatais da mineração, que se contentam em vender minério de ferro para que os ricos produzam bens infinitamente mais valiosos – navios, maquinário, veículos, e nos revendam, sob termos de comércio brutalmente favoráveis a eles.

Um dos fatos que mais chama atenção para a hipocrisia reinante no discurso dos grandes reside na questão dos subsídios agrícolas. Os inacreditáveis USD um trilhão destinado a tais subsídios, praticados pela chamada tríade – EUA, União Européia e Japão – além de provocar profunda distorção no comércio internacional, poderia, se direcionado a fins produtivos com vistas ao bem estar da humanidade – veja-se que não falamos aqui de assistencialismo – simplesmente acabar com a fome do mundo.

Devemos ter em mente, contudo, que o desenvolvimento humano – integral e universal – jamais foi objetivado pelo capitalismo, cuja lógica – a da acumulação como fim em si mesmo, logo um fim irrefletido e obtuso – tem como fundamento básico, para não se dizer o central, a exploração dos países pobres, sob as mais diversas conotações hipócritas, das mais sutis às mais abertamente preconceituosas. O objetivo central do capitalismo é a formação de um sistema no qual tal exploração seja não só sistêmica e estrutural, como seja aceita como a mais natural e justa possível pela massa crescente de pobres, haja vista quão intensamente lutam para que, com os estados fracos incutidos via neoliberalismo, os países pobres invistam cada vez menos em educação e nas denominadas áreas sociais.

O capitalismo não só se delicia, mas produz efetiva e deliberadamente exclusão social, para que possam possuir cada vez mais, para que possam posar em revistas “caras” mundo afora, numa cada vez mais pobre e pseudo-arte inútil;

Em boa hora, de 2003 a 2007 os EUA já jogaram literalmente no lixo, em valores reais, cerca de quase impensáveis USD 2 trilhões de dólares (com T mesmo), mas não devemos ignorar o fato que esse dinheiro retorna, célere, às indústrias patrocinadoras da farra, notadamente as bélicas, que, naturalmente destinam generosas comissões ao governo Yanquee, novo ideólogo do capital totalitário como a símbolo da liberdade. A eternamente defendida liberdade de os fortes se investirem no direito de roubarem, com o uso da força, logo da falta de liberdade, os mais fracos.

Luciano Corsi

Friday, January 18, 2008

NÃO TE ESCANDALIZES

NÃO TE ESCANDALIZES

Nenhuma experiência infeliz que os teus familiares estejam atravessando te escandalize.

O espírito é comparável a um bloco de pedra, cujas arestas necessitam ser aparadas.

Extremismos de opinião demonstram infantilidade.

Todos os homens são potencialmente bons.

Quase sempre, sem equivocar-se repetidas vezes, o espírito não encontra o caminho do equilíbrio.

Porque ainda não erraste, não te julgues imune ao erro.

A experiência de quem faliu vale mais que a virtude aparente de quem ainda não se expôs à tentação.

Quem desceu moralmente, ao recuperar-se, pode subir mais depressa do que aquele que se põe a criticar-lhe a queda.

Se a tua virtude, para se destacar, necessita de colocar em evidência o deslize de alguém, a tua virtude não passa de máscara que afivelas ao rosto.

É possível que, se condições de anonimato te favorecessem, não hesitasses em fazer o mal, ao invés do bem que fazes mais por conveniência que por convicção.


DO LIVRO: Teu Lar
PELO ESPÍRITO: Irmão José
PSICOGRAFIA: Carlos A. Baccelli

Thursday, January 17, 2008

Novo e estranho Socialismo ....

A maioria diz,
Socialismo é simplismo,
A (atual) Pluralidade não o suportaria,
Por paradoxal que soe,
novamente, a imensa maioria,
despercebida,
Trabalha, luta, mata e morre,
por um mui estranho socialismo,
o socialismo total,
de tudo, de todos.
Para a sociedade como um todo?
Não.
Somente Para as corporações, mega ricos,
mega especuladores;
Sim, os detentores do capital,
aos poucos
e às vezes com brutal violência,
através de uma imensa máquina de propaganda,
cerebral lavagem,
Constroem um novo sistema de valores,
Inquestionável,
Sob pena de morte, real, ou,
Por exclusão, indireta,
De um novo socialismo,
de todos os recursos do mundo,
concentrados,
em suas ínfimas sociedades;
em minúsculas ilhas de abastança,
tal o neo socialismo,
O socialismo (exclusivo) dos mega ricos...


Luciano Corsi

Wednesday, January 16, 2008

Tan Solo un poco de Pablo Neruda ...

Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.


'' ... Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida ... ''


Concordo com D.Quixote: o meu repouso é a batalha.

Monday, January 14, 2008

Perseverar !!

Sim, perseverar, é preciso
perseverar,
pra ver no que vai dar,
Mesmo com tantas injustiças,
mesmo com nossa quase infinda ignorância,
mesmo com nossos medos, receios,
orgulhos, ilusões, culpas,
Sim, mesmo que seja para caminhar para uma
menos ruim,
morte,
Mas, se é para se continuar,
então, faz-se imperioso o mudar, consciente,
interiormente.

Rumo à perfeição, ao transcencente.

Friday, January 11, 2008

És espírito

És espírito e, portanto, igual em essência a todos os homens.

A não ser o que pensas e o que sentes intimamente nada te diferencia dos demais.

As tuas características físicas apenas atendem, transitoriamente, as tuas necessidades de evolução.

A rigor, são-te indiferentes as condições raciais e sociais em que vives na Terra.

A tua sexualidade, consoante as tuas inclinações e preferências, exterioriza a tua situação psicológica momentânea.

Até que atinjas a luz invariável da Perfeição, estarás sempre mudando.

Nenhum ponto do universo exerce, mais do que outro, qualquer espécie de atração sobre ti.

O amor que hoje individualizas será, amanhã, coletivo.

És uma criatura em permanente expansão e, assim, mesmo sem saberes, não te adaptas a rótulos nem te prendes a limites.

Toda dor que experimentes é ilusória e passará, após ter-se cumprido em ti com a finalidade de te acordar a consciência.


DO LIVRO: Teu Lar
PELO ESPÍRITO: Irmão José
PSICOGRAFIA: Carlos A. Baccelli

Tuesday, January 08, 2008

A Utopia ...

Eduardo Galeano


Eu dou um passo, ela dá dois passos.
Eu dou dois passos, ela dá quatro passos.
Eu dou quatro passos, ela dá oito passos.
Para isso serve a utopia, para eu seguir caminhando.

Tuesday, September 11, 2007

Reflexiones acerca del futuro

Son realmente innumerables las reflexiones que podemos hacer acerca de nuestro futuro, de aquí a cien años, puesto que vivimos una verdadera revolución tecnológica y una globalización – sobre todo económica – sin precedentes en la Historia de la Humanidad.

Así, en ese pequeño y modesto texto, buscamos reflexionar acerca de los temas que consideramos los más capitales para el cambio de nuestra realidad.

En mi opinión, los temas principales, aunque siempre sean muy relacionados y muchas veces se confunden, son: Los avances de la técnica; el trabajo, la familia; el medio ambiente, la esperanza de vida y, finalmente, nuestra sociedad en general.

Sin embargo, podemos afirmar con toda la seguridad la gran importancia de un solo factor sobre todos los cambios del futuro. Tal factor será los nuestros valores. Realmente lo que será esencial para nosotros en el futuro, seguiremos nosotros nuestro actual sistema de valores, extremadamente materialista, consumista, en el cual la mayoría de las personas buscan en sus relaciones tan solo una red de contactos a partir de los cuales se pueda obtener ventajas? Seguiremos simplemente buscando la simple supervivencia, aunque sea para sostener un sistema capitalista que no tiene el menor respeto por la vida humana y por el medio ambiente? Así preguntamos, cuales serán nuestros valores?

Pensar sobre valores se hace de gran importancia también por la humanidad ya haber hecho uso de las técnicas modernas para matar en gran escala, como en los campos de concentración, entre tantas otras cosas terribles que nosotros humanos estamos haciendonos unos contra los otros, todo por el poder.

Sobre los avances de la técnica, entendemos que en la actualidad se direcciona casi exclusivamente a la acumulación capitalista. Pero sólo eso ya se ha demostrado insuficiente para la mejoría de la vida de la población del mundo. Así, pienso que hay que añadir valores más humanos a los avances técnicos, y a la tecnología, para que ésta beneficie a todos y no sólo a los capitalistas. Hay que democratizar la tecnología. La tecnología pensada sobre bases más humanas tendrá inmenso beneficio sobre el trabajo. Las personas podrán trabajar menos – 6 horas al día – y en tareas mejores, en las que se use más la inteligencia. Las personas también podrán tener más tiempo para la cultura, para los deportes, la educación y para el ocio de calidad.

Las actividades económicas no más podrán beneficiar solamente a los capitalistas. Hay que cambiar la estructura social de la producción hacia un sistema de autogestión, en el cual la pose de los medios de producción será de los trabajadores. Pero éste no será la utopía ingenua del pasado, será un sistema justo en el cual los mejores tendrán los cargos más elevados, pero, es seguro que todos, desde el más humilde, tendrán sueldos dignos y nadie tendrá hambre.

Trabajando menos, pero con más productividad y con trabajos más humanos, inteligentes y dignos, también es muy seguro que tengamos condiciones mucho mejores para dar a nuestros hijos una educación superior, no sólo buena formación intelectual, sino formación humana. Así, tendremos nuevas generaciones cada vez más sanas y menos violentas, las Cáceles no más serán necesarias.

Una sociedad, o una humanidad con valores cambiados hacia una mayor humanización de las relaciones de producción, seguramente tendrá mucho mayor respecto por el medio ambiente, puesto que personas inteligentes no más destruirán el planeta por ganancias. También tendremos nuevas y limpias fuentes de energía y no más dependeremos del petróleo. Tales fuentes serán accesibles a todos y no más tendremos guerras por sus controles.

Con todas estas mejoras, se hace casi innecesario concluir que tendremos mucho mayor esperanza de vida para todos.

Una humanidad más avanzada tendrá finalmente las condiciones básicas para comunicarse con las civilizaciones extraterrestres, mucho más evolucionadas que la nuestra y que nos ayudarán a mejorar aún más nuestra humanidad.

Sin embargo, si seguimos utilizando los avances de la modernidad tan sólo para la acumulación capitalista y a la explotación de los más débiles, entonces seguiremos una segura vía hacia nuestra autodestrucción.

Friday, September 07, 2007

07 de Setembro, ou mais um feriado



07 de Setembro,
De ternas memórias infantis,
íamos À parada militar ver
o sucateado
exército Brasileiro;
Exército de uma mdas maiores colônias pós modernas;
Do país quiçá
com maior vocação
para ser uma colônia,
Não meramente colônia econômica,
mas colônia mental,
dada a nossa ancestralidade, as nossa raízes,
Da cordialidade, do sentimentalismo exagerado,
piegas, de um imperativo materialista grosseiro, chão,
Que país mentalmente miserárel !
Que Elite prostituta, sempre à mercê das novas benesses
do alienígena capital,
nao, nao importa que tenhamos 50 milhoes de indigentes,
o que importa é ter melhorado o padrão, o padrão de consumo,
os contatos, o networking,
O Brasileiro, esse Animal, está sempre à mercê dos novos modismos,
Inerme, se entregua, irrefletido,
a tudo e todos que se lhes ascene com novos sonhos de consumo,
e a vida se esvai, com novos pães e circos,
novas miragens,
o povo se mata de trabalhar para
simplesmente manter,
um sistema escravocrata,
O Brasileiro, do mais rico ao mais pobre,
tem lutado uma luta inglória,
em rota segura a boçalidade, ao ostracismo,
ou seja,
À colonização mental.

Luciano Corsi

Saturday, September 01, 2007

Texto Visceral sobre a Sociedade Pós Moderna e Neo Liberal





Essa nossa sociadade, a capitalista, a dita democrática, um quase infinito oceano de novas tecnologias... Mas a vida nunca foi, para a grande maioria, tão miserável, tão intensamente ensimesmada. Tão acrítica, a-cultural, tão a-histórica.

Provavelmente vivemos a época da tácita aceitação, não , nao somente aceitação, mas somos levados não sabemos exatamete bem por quem a louvar a Hipocrisia. Somos levados por um tal ente amorfo, o capital, mas falta-nos coragem de combater seus poderosos chefões. Vivemos a época do assassínio da espontaneidade. A morte da alma que sente e que pensa.

Por mais que a nossa inteligência, que percebe o circo de palhaços, e que grita o suicídio coletivo para o qual nos movemos, parecemos letárgicos, inermes zumbis em busca de atender aos imperativos da mera sobrevivência;

Não importa quão diametralmente oposto à verdade seja o discurso do novo guru corporativo, do novo burocrata do império, do plutocrata da alta finança, não, já se lhes concedemos o salvo conduto de nos fazer de otários.

Aquiescemos de tal maneira à infinitude de mentiras advindas dos poderosos, que, bem que eles já não se preocupam em ser sutis. Massificam a idiotia, fazem da arte, de tudo o pouco que o ser humano expressa de belo, em mais valor de troca, em mais exploração, em mais mortes por poder ! Em mais, enfim, alienação, bestificação das tenras mentes humanas.

Países outrora baluartes da cultura - leia-se França - vão, sem muita resistência, aderindo à essa mesmice, a essa fácil entrega, agora abraçam o Inglês, nao o Inglês filosófico, aquele de um Sheakspeare, de grandes pensadores, não, o raso, o ralo, o epidérmico inglês corporativo, poderia bem ser somente a palavra Yes ao patronato, aos Grandes Patriarcas da grana e das armas que tão bem lhes serve de suporte.

As diversões sao cada vez mais marcadas pela busca ignominiosa de grana, grana, grana... Indústria cultural, ou, Pão e Circo pro povo ignorante.

Surge assim a questão, quando dispertará a Humanidade, em qualidade e volume sufuciente para fazermos frente a esse mar de mediocridade, de democracia escravocrata e de mais falácias neo-liberais?

Temos que parar de nos vendermos pelos tecnológicos espelhinhos dos neo colonizadores globais e lutar, mesmo que morrendo, por uma vida mais plena, de uma vida plural, de mais cultura, arte, ciência real, de mais esportes, de mais saber, de mais cidadania, enfim, ou reinvidicamos de vez a condição de seres espirituais, ou voltaremos, inermes, à nossa recente condição de macacos.



Luciano Corsi

Saturday, August 25, 2007

Vida, ideologias, morte ...



VIDA, PRAZER, MOMENTOS
AO SE CHEGAR A CERTO MOMENTO DA EXISTÊNCIA;
O QUE OUTRORA ERA MÁGICO,
PARECE TORNAR-SE, NAO SEI COMO,
EFÊMERO... SEM CONSISTÊNCIA,
TALVEZ VIVAMOS UMA ERA DE
REAL (DE)SINFORMAÇÃO,
DESSEVIÇO;
PRESSA INÚTIL, A NAO SER A QUEM
SE NOS IMPLANTOU, NA MARRA, ESSE
SISTEMA
DE VALORES ,
OS PROGRAMADORES DE SERES HUMANOS NAO
TERÃO QUE ACORDAR DE MADRUGA;
RESPONDER CENTENAS DE EMAILS, TRABALHAR POR 15
DEIXAR DE PENSAR,
MAS, TALVEZ PORQUE TENHA SIDO TÃO FÁCIL
CONSEGUIR TRANSFORMAR HUMANDOS EM
ZUMBIS ANDRÓIDES,
QUE, DESCUIDADOS,
DEIXARAM BRECHAS EM SEUS SISTEMAS,
O QUE OS LEVARÁ À AUTODESTRUIÇÃO.
COMO SEMPRE;
ATÉ QUE SURJA OUTROS PROGRAMADORES,
OU,
SE SE CONSIDERAR A UTOPIA,
NOS EMANCIPAREMOS DA CONDIÇÃO DE
SERVIS MERCADORIAS,
ÁVIDAS POR MAIS MERCADORIAS ...

LUCIANO

Thursday, April 19, 2007

Não, não discuta com eles !



Meditar, folosofar, pensar,
nos nossos dias pós modernos, pode ser perigoso...
No Brasil, então,
um quase sacrilégio, não, não tentemos despertar nosso irmão,
de incauto extâse consumista,
da irrefletida competição corporativa,
da idiotizante e inútil televisão,
da sonolenta e previsível publicidade,
nao, nao lhes retiremos os chips que se lhes implantaram
os capitalistas,
depois de tantos
atrozes morticínios
guerras mercantis,
ditaduras sanguinolentas,
que resumiram a educação e cultura
salvo plagas privilegiadas,
em adestramento laboral,
ou onde falte trabalho, conformismo cego total,
nao, cultivemos os nossos jardins, nós que já os contemplamos
e transcendemos a mísera condição mercantilista da vida pos moderna,
mas, creiam-me,
nao adianta debater com os capitalistas,
eles deturparam a verdade
transformando-a em {mais uma}
mercadoria,
valor de troca,
oscilante aos humores no mercado,
no mundo que tao bem dominam com a força bruta,
a verdade já se lhes afigura
propriedade inalienável, cujo questionamento é
devidamente punido ...
com a morte.

Luciano Corsi

Sunday, March 25, 2007

Minha alma ...




"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."

Clarice Lispector

Stalingrado, por Drummond




Stalingrado


Depois de Madri e de Londres, ainda há grandes cidades!
O mundo não acabou, pois que entre as ruínas
outros homens surgem, a face negra de pó e de pólvora,
e o hálito selvagem da liberdade
dilata os seus peitos, Stalingrado,
seus seios que estalam e caem
enquanto outros, vingadores, se elevam





A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.
Os telegramas de Moscou repetem Homero.
Mas Homero é velho. Os telegramas cantam um mundo novo
que nós, na escuridão, ignorávamos.
Fomos encontra-lo em ti, cidade destruída,
na paz de tuas ruas mas não conformadas,
no teu arquejo de vida mais forte que o estouro das bombas,
na tua fria vontade de resistir.



Saber que resistes.
Que enquanto dormimos, comemos e trabalhamos, resistes.
Que quando abrirmos o jornal pela manhã teu nome (em ouro
[oculto) estará firme no alto da página.
Terá custado milhares de homens, tanques e aviões, mas valeu
[a pena.
Saber que vigias, Stalingrado,
sobre nossas cabeças, nossas prevenções e nossos confusos
[pensamentos distantes
dá um enorme alento à alma desesperada
e ao coração que duvida.

Stalingrado, miserável monte de escombros, entretanto
[resplandecente!
As belas cidades do mundo contemplam-te em pasmo e
[silêncio
Débeis em face do teu pavoroso poder,
mesquinhas no seu esplendor de mármores salvos e rios não
[profanados,
as pobres e prudentes cidades, outrora gloriosas, entregues
[sem lutas
aprendem contigo o gesto de fogo,
Também elas podem esperar.

Stalingrado, quantas esperanças!
Que flores, que cristais e músicas o teu nome nos derrama!
Que felicidade brota de tuas casas!
De umas apenas resta a escada cheia de corpos;
de outras o cano de gás, a torneira, uma bacia de criança.

Não há mais livros para ler nem teatros funcionando nem
[trabalho nas fábricas,
todos morreram, estropiaram-se, os últimos defendem pedaços
[negros na parede,
mas a vida em ti é prodigiosa e pulula como insetos ao sol,
ó minha louca Stalingrado

A tamanha distância procuro, indago, cheiro destroços
[sangrentos,
apalpo as formas desmanteladas de teu corpo,
caminho solitariamente em tuas ruas onde há mãos soltas e
[relógios partidos,
sinto-te como uma criatura humana, e que és tu, Stalingrado,
[senão isto?
Uma criatura que não quer morrer e combate,
contra o céu, a água, o metal, a criatura combate,
contra milhões de braços e engenhos mecânicos a criatura
[combate,
contra o frio, a fome, à noite, contra a morte a criatura
[combate,
e vence.





As cidades podem vencer, Stalingrado!
Penso na vitória das cidades, que por enquanto é apenas uma
[fumaça subindo do Volga;
Penso no colar das cidades, que se amarão e se defenderão
[contra tudo.
Em teu chão calcinado onde apodrecem cadáveres,
a grande Cidade de amanhã erguerá a sua Ordem.

Tuesday, March 20, 2007

Evoluímos ?

Guerra,

Guerra que quase nunca te cogito justa,

Guerra ancestral, primitiva, medieval,
moderna (holocausto)
pós moderna - assassínio da arte e da inteligência ...

quando perpretada pelo mais forte (temporalmente)
contra o mais fraco, ou , melhor, teporalmente débil,
sempre sinaliza em sentido único de
*************** .......... [ nula]
inteligência

Essa guerra aproxima o genêro humano terráqueo
*********** - Oxalá hajam outros -,
da sua origem animalesca,
a ganancia humana, sem limites,
nos indigna do nome humanos

Essa guerra covarde que um tal ente amorfo
sem face , atomizado, desumano
Capital,
declara, é a antítese do humano,
vivifica seus filhos - as mercadorias,
e mata o humano

Isso se reflete em tudo
sobretudo nas artes
quase mortas, quase assassinadas, ou seja,
arte publicitária,nao,
isso nao é arte !

A única guerra que cogito é a de matarmos
interiormente
o gérmem do capital
a incauta
a irrefletida, a demente sede de poder

Luciano Corsi